Disse que estava com frio e ela
perguntou se eu estava doente. “Só se for de amor”, respondi e ela começou a
rir. Riu um riso louco, tão desvairado que achei que ela fosse entrar em
colapso. Parecia que eu tinha passado a noite inteira chorando, meus olhos
ardiam enquanto ela media minha temperatura e me convidava para um banho frio.
(Marvolo Debram)
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