Não escrevo poesia, o título foi só um trocadilho legal que eu achei, mas pode procurar os versos brancos dentro da minha prosa. Aviso logo que este blog abriga conteúdo sentimental intenso, então esteja em dia com o seu cardiologista antes de lê-lo. Aviso também que sou apenas responsável por aquilo que escrevo, interprete como lhe convier. Quando crescer quero ser uma raposa, por hora sou apenas uma menina.
domingo, 12 de outubro de 2014
Apenas três dias? Sim. Que se passa
pelos lados de cá? Pois conto-lhe o que me contaram, que era preciso, que quase
aos prantos deitou palavras desferidas feito navalhas esperando acertar, mas
nem raspou. Nem de leve? Nem de leve, foi-se achando que estava tudo bem e
deveras estava. Mas ela não sabia, sabia? Que nada, era tapada feito uma porta,
que galhofas. Qual seria minha surpresa se fosse ao contrário, já não queria
acabar com tudo? Querer queria, mas não sabia como. Fez-me favor. Tive outras dúzias
daqueles sonhos de terror. Que dizem? Nem sei, mas me andam a atormentar. De
dia à noite. Não dormes então. É, deixo-te livre para partir. Ao menos um de
nós precisa de um final feliz.
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