domingo, 12 de outubro de 2014

         Apenas três dias? Sim. Que se passa pelos lados de cá? Pois conto-lhe o que me contaram, que era preciso, que quase aos prantos deitou palavras desferidas feito navalhas esperando acertar, mas nem raspou. Nem de leve? Nem de leve, foi-se achando que estava tudo bem e deveras estava. Mas ela não sabia, sabia? Que nada, era tapada feito uma porta, que galhofas. Qual seria minha surpresa se fosse ao contrário, já não queria acabar com tudo? Querer queria, mas não sabia como. Fez-me favor. Tive outras dúzias daqueles sonhos de terror. Que dizem? Nem sei, mas me andam a atormentar. De dia à noite. Não dormes então. É, deixo-te livre para partir. Ao menos um de nós precisa de um final feliz. 

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